Quem viu a época 2000/01 certamente não a vai esquecer porque o Boavista foi campeão!

Sim, em Portugal, depois do Belenenses em 1961, um outro clube ganhou o título no futebol português fora dos chamados “3 grandes”.

Neste artigo do blog da bet.pt vamos lembrar algumas das figuras que escreveram esta página épica do futebol em Portugal.

Litos

Foi o jogador mais utilizado durante a época

Este defesa central alinhou em 33 dos 34 jogos do campeonato, num total de 2970 minutos. Seguiu-se depois uma aventura vitoriosa em Málaga.

Ricardo e William

Os guarda-redes desta equipa

Ricardo fez uns impressionantes 28 jogos em toda a época enquanto o camaronês William participou em 7 encontros.

Rui Bento, Sánchez e Petit

O trio de meio-campo

Foi este o trio mais utilizado pelo treinador Jaime Pacheco.

Rui Bento participou em 29 jogos durante nesta época enquanto o jovem Petit fez 3 golos em 26 encontros.

Já o criativo boliviano, Erwin Sánchez impressionou tudo e todos, com 8 golos em 33 partidas.

Elpídio Silva, Martelinho, Duda e Whelliton

Muito perigo nas balizas contrárias

O pistoleiro foi o 15º jogador mais usado na época e ainda assim arrecadou o título de melhor marcador da equipa com 11 disparos certeiros. Mais 4 que Whelliton, o titular na altura.

Nas alas, tínhamos nomes como Martelinho e Duda.

O treinador

O homem que levou o Boavista ao título e que celebrizou a faca de dois legumes

Jaime Pacheco foi o timoneiro que levou os azadrezados ao título inédito no futebol em Portugal.

Para a história ficam 23 vitórias, 8 empates e 3 derrotas nas 34 jornada no campeonato da temporada 2000/01.

Quantos ao golos, foram 63 marcados e 22 sofridos.

O jogo que deu o título na época 2000/01

Outros destaques

Este Boavista tem nomes que ficaram para a história que nunca mais acabam.

Na defesa destacamos Rui Óscar e Frechaut para o lado direito. Como canhotos havia Erivan e Quevedo.

Como centrais somava-se Pedro Emanuel e Jorge Silva.

Pedro Santos e Gouveia eram muito úteis no meio campo.

No ataque, entre outros nomes, havia o sempre combativo Jorge Couto.