A Superliga Europeia começou a ser falada quando o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, bateu com a porta.

A saída do emblema espanhol provocou um pequeno terramoto no futebol europeu. Isto, porque deixou cair esta informação sensível e sigilosa pelos clubes de elite: a criação de uma nova prova.

Será que vai acontecer a Superliga Europeia?

Lembrar que nos últimos tempos, a plataforma Football Leaks já havia revelado documentos sobre esta competição. E estará para breve o anúncio oficial.

Ao que parece, o momento do anúncio não parece inocente dado que para o dia 19 de abril, será anunciado o novo formato da Liga dos Campeões.

Qual será o modelo da Superliga Europeia?

Com início marcado para setembro de 2022, o modelo a seguir será o das ligas americanas como a NBA, MLS, NFL ou a MLB, ou o da Euroliga de basquetebol.

Entre 16 a 18 clubes participantes, com um calendário duas voltas e uma final 8″ a ser disputada numa cidade ou país sede.

Que clubes farão parte da nova competição?

Barcelona, Real Madrid e Atlético de Madrid são os clubes sondados de Espanha. De Inglaterra, Manchester United, Manchester City e Liverpool são os clubes apontados. De Itália, surgem boatos de Milão, Inter e Juventus. Milan e Inter em Itália, não se sabendo a posição por exemplo da Juventus.

Como se sustenta esta Superliga?

O apoio financeiro da European Premier estaria garantido por um crédito de 5 mil milhões do banco norte-americano JP Morgan.

O vencedor da prova receberia mil milhões de euros. A título comparativo, a atual Champions reparte cerca de 2 mil milhões de euros, mas pelas 32 equipas que chegam à fase de grupos.

Em 2019, o Liverpool arrecadadou cerca 115 milhões de euros entre prémios e receitas comerciais com a vitória na Liga dos Campeões.

E as competições já existentes?

Os clubes continuaram a jogar os campeonatos internos, mas a nova Superliga afetará a Liga dos Campeões e a Liga Europa, que deixaram de contar com estes clubes.

Está em aberto a possibilidade de a nova competição jogar-se ao fim de semana, que pode colidir com as datas das competições internas e a conflitos de calendário.

E a UEFA?

Segundo várias notícias, a UEFA é contra esta prova porque “os princípios de mérito e da solidariedade das ligas abertas não são negociáveis”.

O que diz a FIFA?

Chegou a haver algumas notícias que falam do seu envolvimento no desenvolvimento da prova, mas um comunicado recentemente emitido revela estar fora.

Há entraves legais?

A falta de acordo com a UEFA e com a FIFA poderá provocar um sério entrave à Superliga.

Porquê? Porque árbitros, regulamentos e estatutos dos jogos oficiais dependem entidades que regem o futebol europeu e mundial.

Caso a Superliga avance mesmo, esta terá árbitros, regulamento próprio entre outras premissas.